Aparecer é caro.
Ser relevante é raro.
A PiaR Group é uma agência boutique brasileira de relações públicas, fundada em 2013 por Bruno Pinheiro, com sede em São Paulo (Rua Silva Bueno, 1660, Ipiranga). Em 13 anos conduzimos a comunicação de 470+ marcas e acompanhamos 8 startups até o exit — Axado, Trustvox, Vianuvem, Xtech Commerce, Supermercado Now, Konduto, Getrak e GrandChef.
O que nos separa de uma assessoria.
Conduzindo narrativas de marcas reguladas, fintechs e setores onde a palavra é fiscalizada.
Pilares editoriais — reputação, influência, líderes, propósito, bastidores — fixos em qualquer cliente.
Das peças saem com tese declarada — não há release sem hipótese, métrica esperada e veículo-alvo.
De frequência para tese.
A história curta de como a PiaR auditou o próprio feed e escolheu mudar de régua.
Durante anos, a comunicação corporativa foi medida em volume: quantas matérias saíram, quantos seguidores, quantos destaques. A PiaR fez parte disso — até auditar o próprio feed e encontrar o que mais teme encontrar num cliente: dissonância. A gente pregava consequência e entregava frequência.
A virada começou em casa. Cada post passou a precisar de tese, fórmula editorial declarada e caso real (ou hipótese honestamente declarada). Cada release passou a precisar de hipótese antes do envio. Cada ativação passou a ter métrica esperada definida no briefing — e ritual semanal para destravar quando o número não vier.
É essa régua que entregamos junto com o serviço. Não é manifesto de slide: é o que sustenta nossa operação, semana após semana, com a liderança do cliente sentada à mesa de leitura.
A grade que sustenta cada cliente.
Cinco frentes editoriais fixas. Toda peça que sai da PiaR pertence a uma delas — e justifica por quê.
Proteger e construir o ativo intangível.
Auditoria de presença, matriz de risco e sala de crise on-call. Reputação não é o que se diz — é o que sobra quando o ciclo de notícia acaba.
Pautar o setor, não figurar nele.
A diferença entre aparecer na imprensa e ser citada em contexto. Trabalhamos influência editorial — a marca como fonte primária, não como ilustração.
Voz executiva com tese, não bio.
Construção de C-level como autoridade editorial: messaging próprio, media training e cadência de publicação que sobrevive à troca de cargo.
Causa com escrutínio — não slogan.
Toda causa pública tem que sobreviver à pergunta do jornalista. Diagnosticamos onde a operação interna sustenta — e onde ainda é tag.
Caixa-preta aberta, por escolha.
Transparência radical como ativo institucional. Mostrar o pitch, a resposta, o follow-up — o cliente vê o sistema funcionando, não um relatório finalizado.
A gramática por trás de cada peça.
Toda manchete, op-ed ou carrossel nasce em uma destas seis fórmulas. Não é restrição criativa — é repertório que dispensa improviso na hora do aperto.
Inversão
O que parecia caminho não é mais — e o que está ocupando o lugar. Para vira-mesa narrativo em setores que mudaram de regra.
Custo Oculto
A conta invisível por trás da decisão fácil. Para revelar trade-offs que o mercado normalizou e a marca quer denunciar.
Diagnóstico
Uma pergunta-corte que separa quem tem do que não tem. Para posicionar a marca como árbitro — não como concorrente.
Reescrita
Como uma narrativa adversa foi convertida em vantagem editorial. Para abrir a engenharia reversa de mídia conquistada.
Linha do Tempo
Sequência auditável de decisões que produziu o resultado público. Para sustentar autoridade com prova material.
Manifesto
A virada declarada em público, com paralelo binário. Para inaugurar mudanças de posicionamento que exigem ruptura.
Provocar primeiro.
ensinar depois.
Nunca formar plateia sem convite.
Hipótese antes do release.
Nenhum ativo sai sem tese clara: por que essa pauta, para qual veículo, com qual ângulo único. Quando o número não vem, a hipótese é revisada — não a narrativa.
Ritmo é tecnologia.
Calendário público, cadência declarada, leitura semanal com a liderança. O que separa cobertura pontual de presença instalada é o ritual — não o orçamento.
Transparência radical.
O cliente vê o pitch, a resposta, o follow-up. Dashboard aberto, métrica honesta, hipótese hipotética declarada como tal. Caixa-preta aberta é o ativo.
Toda equipe tem um arquiteto.
O nosso, em breve, tem nome.
Cada membro da PiaR estreia na série PilaRes com uma frase-tese pessoal — não bio. A regra é simples: a postura editorial veio antes do cargo.
/// Os rostos e nomes do time estreiam ao longo do trimestre. Cada estreia carrega um caso editorial, não uma apresentação.
Se você leu até aqui,
já não é público.
Quarenta e cinco minutos. A gente escuta o cenário, mostra onde a narrativa está vazando valor e devolve uma hipótese de propósito editorial — sem custo, sem pitch genérico.